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Medeiros Neto: Filho da Prefeita Jadina, e mais duas pessoas são denunciados ao MPF por suposta extorsão à empresa Construpolli.

ByLéo Feitosa

mar 7, 2019

Ofilho da prefeita do município de Medeiros Neto-BA, Jadina Paiva, também conhecido como “Juninho Ostentação” e mais duas pessoas são denunciados ao Ministério Público Federal, por suposto esquema de extorsão e pagamento de propina, via empresa CONSTRUPOLLI CONSTRUTORA E INCORPORAÇÃO LTDA, que presta serviço à prefeitura do município.

O  imbróglio iniciou-se após terem sido vazados áudios do aplicativo WhatsApp, do que parece ser uma grave denúncia de extorsão e pagamento de propina, que tinha como finalidade calar pessoas que supostamente poderiam prejudicar os negócios da referida empresa no município.

Nos áudios um senhor identificado apenas pelo prenome de THIAGO, segundo consta na denúncia, representante da CONSTRUPOLLI CONSTRUTORA E INCORPORAÇÃO LTDA naquele município, e vencedora de inúmeros processos licitatários,  acusa o servidor público, RENATO RIBEIRO DA SILVA, e o filho da prefeita Jadina Paiva, de estarem extorquindo a empresa, e aponta ainda a troca de cheques, com a finalidade de pagamento de propina.

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Nos áudio, “THIAGO” esbraveja afirmando à RENATO RIBEIRO DA SILVA, que teria acabado a brincadeira, e que o mesmo não iria mais pagar valor algum em propina, a terceiros ligados a empresa CONSTRUPOLLI.

Na denúncia protocolada hoje, quinta-feira, 7 de março, consta também o nome da prefeita Jadina Paiva, uma vez que nos áudios, é citada e apontada como beneficiária direta do esquema, referindo-se ao suposto saque feito na sede da empresa no município de Teixeira de Freitas, no valor de R$ 160.000.00 (cento e sessenta mil reais), a título de pagamento de divida pessoal da prefeita.

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É solicitado ainda a imediata abertura de procedimento investigatório contra os envolvidos no suposto esquema de extorsão e pagamento de propina, para apurar as devidas responsabilidades. 

Na denúncia foi anexado documentos extraídos do Portal do Tribunal de Contas dos Municípios-TCM-, onde constam todos os pegamentos realizados entre agosto de 2017 à dezembro de 2018, sob forte suspeita de irregularidades, por haver indícios de pagamentos fracionados no mesmo dia, ou em dias alternados, e somariam algo em torno de meio milhão de reais.

Áudio 1: 

 

Áudio 2:

 

Por: Opinião Pública/ da Redação/

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