


O Instituto Setes, responsável pela gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Teixeira de Freitas, veio a público para contestar informações segundo as quais medicamentos e materiais hospitalares provenientes de doações particulares estariam sendo utilizados para garantir o atendimento aos pacientes da unidade.

Em nota de esclarecimento, a instituição classificou as informações como falsas e afirmou que a UPA não recebeu, incorporou ou utilizou medicamentos e insumos provenientes de doações informais. Segundo o Instituto, todo o abastecimento da unidade segue os procedimentos oficiais estabelecidos no Contrato de Gestão.
A entidade informou que os recursos destinados à UPA são aplicados dentro dos mecanismos previstos para a manutenção dos serviços de saúde, incluindo a aquisição e o fornecimento regular dos materiais necessários ao funcionamento da unidade.
A diretora da UPA, Tamiris Arruda, também se manifestou sobre o assunto. De acordo com ela, o controle dos estoques é realizado de forma contínua e os registros internos não apontam a entrada de medicamentos ou materiais hospitalares obtidos por meio de doações particulares.

Controle e rastreabilidade
O Instituto Setes ressaltou que a utilização de medicamentos e materiais hospitalares no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) exige uma série de procedimentos técnicos e administrativos. Entre eles estão o controle da procedência dos produtos, a rastreabilidade, as condições adequadas de armazenamento e a conferência formal antes da utilização.
A instituição afirma que esses mecanismos fazem parte das rotinas destinadas a garantir a segurança dos pacientes e a regularidade dos serviços prestados na unidade.
Na nota, o Instituto Setes também reafirmou seu compromisso com a transparência, a utilização correta dos recursos públicos e a prestação de uma assistência considerada segura e humanizada à população.
Diante da repercussão das informações, a entidade informou que poderá recorrer às medidas judiciais cabíveis e exercer seu direito de resposta, alegando que a divulgação do conteúdo teria provocado prejuízos à imagem da instituição.
Por fim, o Instituto declarou que permanece disponível para prestar esclarecimentos aos órgãos de controle, profissionais da imprensa e à sociedade. Segundo a entidade, eventuais questionamentos poderão ser respondidos com base em documentos, registros administrativos e demais evidências relacionadas ao funcionamento e ao abastecimento da UPA de Teixeira de Freitas.
DA REDAÇÃO

























