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Teixeira de Freitas, é beneficiada com o Projeto Escolas Culturais, do governo do estado.

ByLéo Feitosa

mar 23, 2019

O projeto Escolas Culturais, está promovendo uma série de atividades de integração com a comunidade em diferentes regiões da Bahia. São eventos que envolvem multilinguagens, artes literárias, aspectos sociais, dança e música. No município de Firmino Alves, nesta quinta-feira (21), no Centro Educacional Monteiro Lobato, o mote foi a cultura popular, com apresentações de rodas de capoeira, protagonizada pelos estudantes da rede estadual.

Ainda nesta quinta, à noite, por exemplo, a Escola Cultural de Teixeira de Freitas promove o programa “Eruditos concertos”, na Igreja Batista Memorial, aberto ao público. Em Ubatã, o projeto ‘Arte de ouvir” enalteceu a arte literária.

“Capoeira é arte que faz amigos” é o tema da roda de capoeira que o Escolas Culturais promoveu nesta quinta, com a participação de cerca de 50 estudantes. O evento acontece junto à abertura da etapa escolar do Jogos Estudantis da Rede Pública (JERP). O coordenador Hiago Santos, fala sobre as atividades:

“Fizemos em conjunto como uma forma de incentivar tanto a prática do esporte tradicional, como os mais lúdicos, como o xadrez e o dominó, incorporando a capoeira pela sua importância histórica e cultural e seu papel social.

Considero que as atividades esportivas também são culturais, por isso, como graduando em Educação Física, incentivo bastante o esporte no Escolas Culturais”.

O estudante Gabriel Silva, 17, 3º ano do Colégio Estadual Monteiro Lobato, um dos integrantes da roda de capoeira, falou sobre a importância e os benefícios da prática desse esporte.

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“A Capoeira é muito importante porque, além de fazer parte da cultura e da história do país, trabalha o nosso corpo por inteiro, nos dando resistência e agilidade. Isto sem falar que a capoeira representa a dança, a luta e a música dos negros que foram escravizados no país. Então, este evento cumpre o papel de reverenciar a capoeira como um patrimônio cultural nosso”.

Teixeira de Freitas

Em parceria com o Instituto de Cultura, Educação e Desenvolvimento (ICED), o Escola Cultural de Teixeira de Freitas realiza o Eruditos Concertos, que tem, entre os solistas, os músicos Passinho e Filipe Mota. Além disso, o projeto Escolas Culturais, que atua desde abril de 2018 na região, está concluindo a oficina de formação em música, com o maestro Helder Passinho, com a participação de cerca de 40 estudantes, na maioria, crianças e adolescentes.  

A coordenadora do Escola Cultural de Teixeira de Freitas, Michele de Oliveira, destaca, ainda, o curso em Práticas Musicais Coletivas, que contou com a participação do maestro Ricardo Castro, criador do Grupo Neojiba. Durante o evento, ele interagiu com acadêmicos de música da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e agentes culturais, entre outros. “Foi uma semana rica para todos nós, do Escolas Culturais”. 

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Outras atividades 


O Escola Cultural de Barra, por sua vez, exibiu, dentro do Circuito Luiz Orlando, o filme “1798 – Revolta dos Búzios – consciência viva”. Já em Abaré, as atividades ficaram por conta do grupo de dança Geração Eleita e da roda de conversa com a psicóloga Taciany Borges sobre o tema “Vamos aprender juntos!”.

Em Candeias, o projeto Escola Cultural trabalhou o tema “Proteção e atenção em rede”, com a realização de debate, seminário e palestra sobre “Políticas da rede de proteção social em Candeias”, com representantes do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e Conselho Titular. 

Sobre o Escolas Culturais – O Projeto Escolas Culturais é uma ação do Governo do Estado, desenvolvida por meio da iniciativa interinstitucional firmada entre as Secretarias da Educação (SEC), Secretaria de Cultura (SECULT) e Secretaria de Justiça Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS).

Presente em 85 municípios,  o projeto visa a mobilização da sociedade para participar do fomento à cultura, além de criar, na infraestrutura escolar, um novo espaço para o exercício e participação cidadã integrando a escola com o Território de Identidade onde está situada.

Por: Opinião Pública/ Da Redação/ Fonte: SECOM/BA/

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