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Queiroz movimentou R$ 7 milhões em três anos, diz colunista.

ByLéo Feitosa

jan 20, 2019

Pontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) como “atípicas”, as movimentações financeiras de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro, podem ser ainda maiores.

Segundo o colunista Lauro Jardim, do Globo, o Coaf identificou que o ex-assessor movimentou outros R$ 5,8 milhões entre 2014 e 2015.

Somados ao R$ 1,2 milhão em transações feitas entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, seriam R$ 7 milhões movimentados em três anos, de acordo com a coluna.

Matéria exclusiva do Jornal Nacional mostra sistema de depósitos que podem apontar para a sistemática lavagem de dinheiro das contas dos assessores de Flavio Bolsonaro para sua conta pessoal.  

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Relatório a pedido do MPRJ

O primeiro relatório tratava da movimentação dos funcionários da Assembleia. Desta vez, o MP pediu ao Coaf para ampliar o levantamento. A suspeita é que funcionários dos gabinetes devolviam parte dos salários, numa operação conhecida como “rachadinha”.

O MP pediu o novo relatório ao Coaf em 14 de dezembro e foi atendido no dia 17, um dia antes de Flávio Bolsonaro ser diplomado senador. Portanto, segundo o MP, ele não tinha foro privilegiado na ocasião. Por causa desse relatório, Flávio Bolsonaro questionou a competência do MP.

Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Queiroz

O Ministério Público nega que tenha havido quebra do sigilo e diz que as investigações, decorrentes de movimentações financeiras atípicas de agentes políticos e servidores, podem desdobrar-se em procedimentos cíveis para apurar a prática de atos de improbidade administrativa e procedimentos criminais.

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Senador Eleito pelo PSL Flávio Bolsonaro

O MP declarou também que Flávio Bolsonaro não era investigado. Afirmou que o relatório do Coaf noticia movimentações atípicas tanto de agentes políticos como de servidores públicos, e que, por cautela, não se indicou de imediato os nomes dos parlamentares supostamente envolvidos em atividades ilícitas. Acrescentou também que a “dinâmica das investigações e a análise das provas colhidas podem acrescentar, a qualquer momento, agentes políticos como formalmente investigados”.

 

Por: Opinião Pública/ Da Redação/ Fonte/ Portal G1/

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