• 21 de outubro de 2021 12:46

Justiça Federal acata pedido do MPF e bloqueia bens de mais duas pessoas envolvidas no desvio de merenda escolar em Vereda; ex-prefeito seria o pivô do caso

Vereda: A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens de mais duas pessoas no caso do desvio de merenda escolar no município de Vereda, extremo sul baiano, são elas, THAUANE FERRAZ AVELAR VERLY e ALANE PEREIRA LOPES DE SOUZA, que são herdeiras/sucessoras de EDIGAR PEREIRA AVELAR, falecido antes da propositura da ação de improbidade administrativa, mas que, na condição de empresário individual e único responsável pela pessoa jurídica EDIGAR PEREIRA AVELAR – EPP, é indicado como coautor e beneficiário das irregularidades evidenciadas no procedimento licitatório onde supostamente foram praticados atos de improbidade administrativa consistente no desvio de merenda escolar.

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A decisão acolhe pedido do Ministério Público Federal que atribui aos réus na ação uma série de irregularidades em contrato de fornecimento de gêneros alimentícios para a merenda escolar com a Mercearia Avelar sediada no município de Itanhém/BA, envolvendo recursos federais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Segundo o MPF as investigações revelaram que a licitação que contratou a Mercearia Avelar foi simulada, com a prática de atos forjados e fraude na licitação.

Na mesma ação por ato de improbidade administrativa anteriormente o ex-prefeito de Vereda, Adalberto da Rocha Nonato teve seus bens bloqueados.

O MPF afirma efetivamente a participação na fraude de Adalberto Nonato na condição de prefeito de Vereda, Jacques Ronacher e Morizarle Nonato, membros da Comissão de Licitação, sendo que Jacques era também Secretário municipal de Finanças de Vereda e efetuou o pagamento no contrato fraudado e mais um secretário municipal.

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Para o MPF a licitação fraudulenta teve o intuito de desviar verbas da merenda escolar destinada aos alunos da rede municipal de ensino do município de Vereda, estima-se, que da fraude junto a Mercearia Avelar, mais de uma tonelada de alimentos que deveriam chegar as crianças nas unidades educacionais, foram desviadas.

Nossa equipe segue acompanhando o caso.

Por: Portal Opinião Pública/ Da Redação/

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