• 4 de outubro de 2022 21:10

Jornalista Athylla Borborema é homenageado em Brasília com Medalha do Bicentenário do Brasil.

ByLéo Feitosa

set 11, 2022
Um baiano do Extremo Sul do estado foi um dos 200 brasileiros homenageados, na noite desta sexta-feira (9), em Brasília, na solenidade alusiva ao Bicentenário da Independência do Brasil.

O escritor e jornalista Athylla Borborema, atual presidente da Academia Teixeirense de Letras (ATL), foi agraciado com seis prêmios de reconhecimento – além da Medalha Comemorativa ao Bicentenário da Independência do Brasil, do Prato Dourado e da Comenda Brava Gente Brasileira – Homenagem ao Povo Brasileiro, todos alusivos aos 200 anos de independência do Brasil, ele também recebeu o Certificado de Honra ao Mérito, pelo centenário da 1ª Semana de Arte Moderna de São Paulo; o Certificado de Honra ao Mérito, em tributo à memória de sua majestade imperial Dom Pedro I; e o título de Chanceler da Cultura Nacional.

A cerimônia que outorgou personalidades envolvidas com a literatura e com a história brasileira reuniu autoridades civis e militares, escritores, jornalistas, pensadores, poetas e personalidades do mundo cultural.

O evento foi promovido pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (Febacla) e pela Secretaria Especial da Cultura do Brasil, com apoio do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e da Confederação Nacional da Agricultura Familiar do Brasil (Conaf).

“Estamos contentes pelo reconhecimento da nossa literatura em uma data tão especial para nosso país. Dedico esses prêmios a minha querida gente do extremo sul da Bahia!”

“A nossa eterna gratidão a todos os brasileiros e que Deus continue nos dando saúde e sabedoria para continuarmos produzindo cultura e literatura para a nossa nação”, disse Borborema.

QUEM É AHYLLA BORBOREMA – Natural do balneário de Cumuruxatiba, no litoral norte de Prado, Athylla Borborema é jornalista, radialista, publicitário, roteirista, documentarista, youtuber, mestre e doutor em jornalismo científico.

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Em 1993, publicou seu primeiro livro. Desde então, ocupa a lista das obras mais recomendadas da literatura nacional, com mais de 30 livros publicados, todos campeões de vendas e premiados nos principais países culturais do mundo.

Em julho passado, lançou na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo a obra “1500 – O Brasil a partir da Foz do Rio Cahy” (Editora Lura/SP), inspirada na carta de Pero Vaz de Caminha, que resgata a história do descobrimento com fascínio, aventura e pesquisa. O livro comemora também os 100 anos da 1ª Semana de Arte Moderna de São Paulo e os 200 anos da Independência do Brasil.

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É ainda autor de livros premiados como os policiais “Tiro e Dor em Silêncio” (1994) e “Infância Violentada” (1997), os doutrinários “Do Assessor de Imprensa ao Assessorado” (2014), “As Armas da Conquista” (2016), o “ABC do Jornalismo” (2018), “Os vencedores do Amanhã” (2019), e o festejado romance “A Menina do Céu Cor-de-Rosa” (2015).

Foi presidente regional por três mandatos e diretor estadual por duas gestões do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Rádio, Televisão e Publicidade do Estado da Bahia (SINTERP) e diretor no Nordeste da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).

Fonte: Bicentenário do Brasil

Por: Opinião Pública

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