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Ação contra tráfico internacional: PF prende suspeito no Liberdade I em Teixeira com arma e dinheiro em espécie.

 

Teixeira de Freitas: Na manhã desta quarta-feira, 10 de dezembro, uma grande operação da Polícia Federal resultou na prisão de dez pessoas no extremo sul da Bahia. A ação, que visa combater o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro, teve um dos alvos detidos no Bairro Liberdade I, em Teixeira de Freitas.

Por volta das 06h40, policiais federais cumpriram mandado de prisão contra Euler dos Santos Bernardo, de 29 anos, natural de Serra/ES. Ele é investigado pela prática de tráfico internacional de drogas.

Em seguida, Euler foi conduzido à Delegacia Territorial da Polícia Civil. Acompanhado de seu advogado, Yuri Miranda, ele optou por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio durante o interrogatório conduzido pelo delegado federal. Após a oitiva, passou por exame de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Materiais Apreendidos com o Preso:

Durante a prisão,foram apreendidos com o investigado, R$ 8.000 (oito mil reais) em espécie; 01 pistola calibre .380 com numeração suprimida; 33 munições e 01 aparelho celular.

Após os procedimentos, Euler foi transferido para o Conjunto Penal de Teixeira de Freitas (CPTF), onde permanece à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.

 

 

Ação do Grupo Criminoso:

De acordo com a Polícia Federal,as investigações apontam que os alvos da operação integram um grupo criminoso que atua na região. A quadrilha estaria especializada no envio de cocaína para a Europa por meio de embarcações pesqueiras, configurando um esquema sofisticado de tráfico internacional.

Posição da Defesa:

A defesa de Euler dos Santos Bernardo foi procurada pela reportagem na delegacia, no momento da apresentação. O advogado Yuri Miranda afirmou não poder se pronunciar detalhadamente por ainda não ter tido acesso completo ao processo, mas reafirmou sua confiança na inocência do cliente.

“Confiamos na inocência do nosso cliente”, disse Yuri. “Caberá ao Estado, agora, comprovar que eventuais provas colhidas pertenciam efetivamente ao acusado”, completou o defensor.

 

Fonte: Liberdadenews

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